2ª Edição . Portugal

Estudo de Gestão de Conhecimento em Portugal 2010
Aqui pode encontrar o relatório do Estudo “Gestão de Conhecimento em Portugal – 2011”.

Amostra

Para esta edição foram contabilizadas respostas de 289 organizações com presença em Portugal.

Os setores de atividade com maior representatividade são: Administração Pública (46), Indústria de Software e Hardware (40), Serviços de Consultadoria (34), Serviços – Outros (34) e Ensino (31).

Algumas Conclusões

“À semelhança de 2010, observa-se que a grande maioria das organizações tem ainda uma abordagem informal à gestão de conhecimento. Apenas 1 em cada 10 organizações opta por uma abordagem estratégica.

A expressão “gestão de conhecimento” está presente na maioria das organizações mas, por vezes, apenas em algumas partes.

Pouco mais de 1 em cada 10 organizações têm orçamento de gestão de conhecimento. Curiosamente, comparativamente ao ano anterior, o orçamento aumentou ou manteve-se na vasta maioria dessas organizações.

As intranets ou portais corporativos continuam a ser a ferramenta mais utilizada. As reuniões de reflexão sobre projetos concluídos e as reuniões de partilha de conhecimento permanecem como as atividades mais comuns.

Os processos de utilização e acesso ao conhecimento e à informação são os considerados de melhor
qualidade pelas organizações. A inteligência competitiva o processo menos presente.

A maior dificuldade enfrentada pelas organizações na concretização da estratégia ou na realização das atividades de gestão de conhecimento é a falta de tempo dos colaboradores.

O maior e melhor aproveitamento do conhecimento existente mantém-se como o benefício mais
procurado pelas organizações.

(…) No geral, continua a haver um longo caminho a percorrer pelas organizações para que possam verdadeiramente tirar partido da gestão de conhecimento.”

Autora

Ana Neves

Datas

Recolha de respostas: Novembro e Dezembro de 2011
Publicação do relatório: Primeiro trimestre de 2012

Principais Novidades desta Edição

Nesta edição foram introduzidas questões relacionadas com a qualidade dos processos de conhecimento – inovação, formação, captura, etc. – e do orçamento. No caso deste último, o objetivo foi “perceber o nível de investimento que as organizações sentem importante e possível fazer nesta área da gestão, bem como avaliar a forma como o investimento financeiro evoluiu desde o ano anterior.”

Licença

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A obra Gestão de Conhecimento em Portugal (2011) de Ana Neves foi licenciada com uma Licença Creative Commons – Atribuição – Uso Não Comercial – Obras Derivadas Proibidas 3.0 Não Adaptada.